
amamos. O quanto nós precisamos uns dos outros.Mas ainda sentimos a imensidão do desejo de estarmos semprejuntos
desfrutando do que temos de melhor, para dar um ao outro amor e carinho.
Ás vezes prefiro escrever do que dizer, porque as palavras me parecem mais familiares do que minha própria existência. Pensar e contar, eis a proposta deste blog, onde traduzirei das mais diversas formas, minhas inquietações e
observações acerca do cotidiano e para além de tudo. A literatura da vida real estará aqui e espero mostrá-la de forma imperfeita, com a consciência de que, além de contar histórias é preciso vivê-las.A distância das almas é pior que a dos corpos. Consome a gente, faz brotar uma dor, traz à tona a palavra “mal dita”, impede o amor.
Existem distâncias maiores que a ausência física, são aquelas que ninguém percebe e que são visíveis apenas no isolamento do eu, que já não é mais capaz de sentir. A voz soa como um canto mudo e onde existiam sorrisos se vê apenas o abrir das bocas. O toque das mãos irrita e machuca, a distância está ali, mas ninguém consegue entender como é possível se afastar de quem um dia reconhecemos como abrigo. Esse tipo de distanciamento se tornou comum, invadiu os lares, separou o que restou. Porém, há aquela distância otimista, até capaz de fazer a pessoa se sentir perto, porque cada minuto junto é transformado em algo único e inesquecível. Essa pode acontecer por incongruências do destino, que costuma promover encontros entre amantes que estão longe dos olhos, mas realmente unidos no coração. Tem a distância nostálgica, que nos separa de amigos queridos, que precisaram estudar ou trabalhar em um lugar desconhecido, mas que povoam as nossas histórias, com as velhas brincadeiras de criança, pegando na mão e correndo pro abraço depois de um dia de diversão. Essa nunca nos deixa sentir vazios, lembra que trilhamos um caminho.
Atualmente, as emoções são mais fáceis de serem expressadas através de telas de computadores e celulares, estão parcialmente aprisionadas num mundo tecnológico. Eis invenções úteis para superar a saudade, bater aquele papo e mandar beijos estalados. Por isso, não há quem duvide que essas são novas formas de romper distâncias geográficas e sentimentais.
Existem distâncias maiores que a ausência física, são aquelas que ninguém percebe e que são visíveis apenas no isolamento do eu, que já não é mais capaz de sentir. A voz soa como um canto mudo e onde existiam sorrisos se vê apenas o abrir das bocas. O toque das mãos irrita e machuca, a distância está ali, mas ninguém consegue entender como é possível se afastar de quem um dia reconhecemos como abrigo. Esse tipo de distanciamento se tornou comum, invadiu os lares, separou o que restou. Porém, há aquela distância otimista, até capaz de fazer a pessoa se sentir perto, porque cada minuto junto é transformado em algo único e inesquecível. Essa pode acontecer por incongruências do destino, que costuma promover encontros entre amantes que estão longe dos olhos, mas realmente unidos no coração. Tem a distância nostálgica, que nos separa de amigos queridos, que precisaram estudar ou trabalhar em um lugar desconhecido, mas que povoam as nossas histórias, com as velhas brincadeiras de criança, pegando na mão e correndo pro abraço depois de um dia de diversão. Essa nunca nos deixa sentir vazios, lembra que trilhamos um caminho.
Atualmente, as emoções são mais fáceis de serem expressadas através de telas de computadores e celulares, estão parcialmente aprisionadas num mundo tecnológico. Eis invenções úteis para superar a saudade, bater aquele papo e mandar beijos estalados. Por isso, não há quem duvide que essas são novas formas de romper distâncias geográficas e sentimentais.
A melhor cura para o AMOR, ainda é aquele remedinho: AMOR RETRIBUIDO
Legal isso dai
ResponderExcluirEmbora eu acho que as invenções tecbnológicas não ytem muito esse lado positivo que você fala,
pois isso faz com que muitos vivam em um mundo virtual em que não há vida de verdade. Mas foi interessante ler isso. Meus parabéns. Você merece todo o carinho que te dedico sempre, não só meu mais de todos que te adimiram.
Um super beijo :)